Liberdade, igualdade, solidariedade, respeito, cidadania, altruísmo, honestidade, tolerância, justiça... Lembramos aos senadores e a todos aqueles que, graças aos nossos votos, ganharam uma cadeira nas assembléias e executivas desse país, que nós ainda temos e valorizamos tudo isso. E exigimos que, como nossos representantes, eles zelem por esses valores em cada um de seus atos políticos.
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sexta-feira, setembro 14, 2007
quinta-feira, janeiro 04, 2007
Feliz Ano Novo
Elas começaram a chegar no final da tarde, vindas do mundo todo. Acotovelavam-se na estreita faixa de areia branca. Vinham em busca de luzes, mas não as do sol. E, sob os guarda-sóis, abrigavam-se de uma fina garoa na derradeira noite de 2006. Quando o relógio deu meia-noite, começaram os tiros, explosões. A fumaça subiu. Mas ninguém correu na cidade, que havia três dias vivia aterrorizada pela violência de arruaceiros organizados. Aqueles 20 minutos de estouros luminosos anunciavam 2007. Um novo ano, uma nova esperança de paz para um milhão de pessoas que foram assistir à famosa queima de fogos do Réveillon de Copacabana.
O filminho abaixo é para quem quiser ter um gostinho (em um minuto) do que foi o show de fogos.
O filminho abaixo é para quem quiser ter um gostinho (em um minuto) do que foi o show de fogos.
quarta-feira, dezembro 06, 2006
Central do Brasil - Parte 3: O Trem do Samba
Todo dia 2 de dezembro a Central do Brasil sai da rotina. Para comemorar o Dia Nacional do Samba, um trem especial sai carregado de sambistas da velha e da nova guarda e vai até a estação de Oswaldo Cruz (em Madureira). Fica lotado, cada vagão com uma roda de samba diferente. Os bancos viram camarotes (todo mundo de pé em cima deles pra conseguir ver melhor) e os corredores parecem bloco de carnaval.
Pela primeira vez tive a sensação de que não era o trem que chacoalhava a gente, mas a gente que sacodia o trem, impondo o seu gingado e o seu ritmo. E também não era o xleque-xleque do trem que predominava. Ele era abafado pelo canto da gente, que em coro fazia a sua voz mais alta que nunca.
Olha aí o vídeo que a gente fez (canta um sambinha enquanto carrega, porque leva uns minutinhos...):
Pela primeira vez tive a sensação de que não era o trem que chacoalhava a gente, mas a gente que sacodia o trem, impondo o seu gingado e o seu ritmo. E também não era o xleque-xleque do trem que predominava. Ele era abafado pelo canto da gente, que em coro fazia a sua voz mais alta que nunca.
Olha aí o vídeo que a gente fez (canta um sambinha enquanto carrega, porque leva uns minutinhos...):
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